Blog dedicado à divulgação do movimento negro no Estado da Paraíba, especialmente das entidades ligadas ao Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR, sob responsabilidade do jornalista Dalmo Oliveira (DRT-PB nº 0859)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Conheça os nossos Heróis
Aleijadinho (1730–1814)
André Rebouças (1838-1898)
Antonieta de Barros (1901-1952)
Auta de Souza (1876–1901)
Benjamin de Oliveira (1870-1954)
Carolina Maria de Jesus (1914-1977)
Chiquinha Gonzaga (1847-1935)
Cruz e Souza (1861-1898)
Dragão do Mar/ Francisco José do Nascimento (1839-1914)
Elizeth Cardoso (1920–1990)
Jackson do Pandeiro (1919-1982)
João Cândido (1880–1969)
José (Benedito) Correia Leite (1900-1989)
José do Patrocínio (1853-1905)
Juliano Moreira (1873-1933)
Lélia Gonzalez (1935-1994)
Leônidas (1913-2004)
Lima Barreto (1881-1922)
Luiz Gama (1830-1882)
Machado de Assis (1839-1908)
Mãe Aninha (1869-1938)
Mãe Menininha do Gantois (1894-1986)
Mário de Andrade (1893-1945)
Milton Santos (1926-2001)
Paulo da Portela (1901-1949)
Pixinguinha (1897-1973)
Teodoro Sampaio (1855-1937)
Tia Ciata - Hilária Batista de Almeida (1854–1924)
Zumbi dos Palmares (1655?–1695)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
JORNALISTAS DEBATEM IMPRENSA NEGRA
Participam dos debates, os jornalistas Luís Augusto dos Santos, ex-superintendente do Jornal Afro-Brasil e editor do Diário Oficial do Município; Evanice Santos, coordenadora geral da Agência Afro-Latina- Euro-Americana de Informação (ALAI); Cleidiana Ramos, editora do blog Mundo Afro do jornal A TARDE e mestre em Estudos Étnicos e Africanos pelo Ceao/Ufba; Dalmo Oliveira, mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco e integrante do movimento Novos Rumos (PB); e a doutora em Educação pela UFBA, Ana Célia da Silva. A mesa será mediada pelo jornalista-editor de publicações da Assembléia Legislativa, Luís Guilherme Pontes Tavares, também coordenador do Núcleo de Estudos da História de Impressos da Bahia-NEHIB e é coordenada pela jornalista Ana Alakija, especialista em Comunicação Comunitária e Comunicação em Saúde, representante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (COJIRA-BA), também membro-fundador da ALAI.
Além da mesa redonda, está previsto na programação a realização do Encontro das COJIRAS-Nordeste e lançamento do blog da COJIRA_BA, apresentado pelo jornalista Lucas Barbosa, seguido de exibição de filmes (curtas) produzidos com o apoio da COJIRA-Rio e ALAI. Em seguida, o jornalista Luís Guilherme lançará seu novo livro intitulado Haf na TB - a passagem de Hamilton Almeida Filho na Tribuna da Bahia entre 1972 e 1973.
As atividades também fazem parte do programa comemorativo dos 10 anos da organização não-governamental ALAI, fundada por jornalistas baianos do movimento negro e em defesa dos direitos humanos e da anistia, em conjunto com a COJIRA-BA e com o apoio do NEHIB, do Comitê FNDC-BA, Comitê pela Igualdade Racial e Democratização da Comunicação do FNDC-BA e da Associação Brasileira de Radios Comunitárias (Abraço). Os trabalhos antecedem a abertura do Congresso no mesmo dia e local às 19h30, contando com a presença do governador Jacques Wagner, o prefeito João Henrique e secretários de Comunicação do Estado e do Município, Robinson Almeida e André Curvello. Maiores informações sobre o Congresso e para participação no site do SINJORBA.
Fonte: Alaionline 21/11/2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA: DIÁLOGOS HISTÓRICOS E REFLEXÕES POLÍTICAS PARA NOSSO VER, JULGAR E AGIR
Celebrar o 20 de Novembro é um momento oportuno para prosseguir e ampliar nossos estudos sobre Zumbi dos Palmares, perseverar em nossa educação para ver na História o que fizemos e compreender “porque devemos clamar por justiça, trabalhar por ela, lutar pacificamente, mas lutar para que a justiça prepare os caminhos da paz”como propôs Dom Helder Câmara
O “20 de novembro” nos ajuda a julgar para a liberdade, sem silenciar diante dos desafios históricos;
Somos iguais para agir em conjunto porque, conforme aprendemos com o provérbio africano que:
“Pessoas simples, em lugares sem importância, fazendo coisas pequenas podem promover grandes transformações”.
REALIZAÇÃO:Pastoral Afrobrasileira/PB,Paróquia Jesus Ressuscitado,Paróquia São João Batista,Paróquia Santo Antônio Lisboa e Paróquia São José Operário.
CONTATOS :
Fátima Solange (83)3235-2173 (83)8808-3401
fsolangepb@hotmail.com
pastoral.negravoz@hotmail.com
Joselita (83)3235-1064
ma.tessarotto@uol.com.br
Programação
João Pessoa,novembro de 2009
Dia: 22.11.2009 (domingo-manhã)
Local: Paróquia Jesus Ressuscitado –Sala Dom José Maria Pires –Bairro Anatólia
Palestra-Tema: Semana da consciência Negra: Diálogos históricos e reflexões (Ms. Harley Abrantes Moreira – UFRN)
Horário: 9:00 horas início término 10:20
Intervalo-lanche -10:25 até 10:50horas
Oficina- Tema da Semana 10:50 às 11:30horas
Vídeo- Exibição Cartilha Direitos Humanos –Ziraldo -11:35-11:50
Roda de diálogo –(participação Padre José Comblin)-11:50-12:30 horas
Oração ecumênica 12:35 (Irmã Antônia)
Almoço -12:40
Dia : 22.11.2009 (domingo –tarde)
Local: Paróquia São João Batista. Bairro: Costa e Silva
Palestra-Tema: Semana da consciência Negra: Diálogos históricos e reflexões (Ms. Harley Abrantes Moreira – UFRN)
Horário: 14:15 horas início término 14:30 (apenas resumo)
Caminhada:15:00 –Harley Abrantes (falas com trechos da Palestra e Oficina em forma de colocações e perguntas para a população com reflexões)
Intervalo-lanche -16:25 até -16:30 (líquido durante a caminhada)
Missa-Momento final com temas da Cartilha de Ziraldo sobre os Direitos Humanos (Joselita)
Dia: 28.11.2009 (sábado-tarde)
Local: Igreja -Paróquia Stº Antônio Lisboa-Bairro de Tambaú
Horário: 14:00 horas-início término 14:40
Palestra-Tema: Semana da consciência Negra: Diálogos históricos e reflexões (Ms. Harley Abrantes Moreira – UFRN)
Intervalo-lanche -14:40-14:50
Oficina- Tema da Semana 14:50 às 15:30horas
Vídeo- -Exibição Cartilha Direitos Humanos –Ziraldo -15:35 a 15:50 horas
Roda de diálogo -15:50-16:30 horas (participação Pe.Valdemir e presentes)
Oração ecumênica 16:35
Dia: 29.11.2009 (domingo-manhã)
Local: Igreja -Paróquia São José Operário -Av. Cruz das Armas, João Pessoa
Horário: 8:00 horas-início
Palestra-Tema: Semana da consciência Negra: Diálogos históricos e reflexões (Ms. Harley Abrantes Moreira – UFRN) Horário: 8:00 horas-início término 10:00
Intervalo-lanche -10:00-10:20
Oficina- Tema da Semana 10:25 às 11:30horas
Vídeo-Exibição Cartilha Direitos Humanos –Ziraldo -11:35 a 11:50 horas
Roda de diálogo-11:20-12:20 horas (Solange,Joselita e presentes )
Oração ecumênica-12:25 Almoço -12:35
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Governo Federal regulariza comunidade quilombola Engenho do Bonfim
No total, o presidente assinará 30 decretos regularizando mais de 342 mil hectares de terras e beneficiando 3.818 famílias em 14 estados brasileiros. A cerimônia de assinatura dos decretos, que contará com a presença do presidente do Incra, Rolf Hackbart, está marcada para às 17h, na Praça Castro Alves, no Centro Histórico de Salvador (BA).
Segundo Hackbart, a assinatura do decreto representa um marco histórico no reconhecimento legal da regularização fundiária de comunidades quilombolas, além de reparar uma dívida histórica e social. “Quando o Estado reconhece o direito à propriedade das comunidades quilombolas, repara uma dívida social histórica dando aos quilombolas cidadania e o direito de permanência das comunidades negras em seu território historicamente ocupado”, afirma.
A propriedade, que abriga o Engenho Bonfim, atualmente desativado, foi vendida há cerca de sete anos e se transformou em área de conflito. Os novos donos tentaram retirar os 66 moradores, que estão na área há pelo menos 25 anos. Algumas famílias moram nas terras há mais de 90 anos.
Próximos passos
Estes são os primeiros decretos de áreas quilombolas que envolvem desapropriações (áreas que não são em terras públicas) no País. A partir daí é possível dar inicio aos processos de avaliação dos imóveis que, após a indenização aos proprietários, permitirá que as famílias tenham acesso a todo o território e posteriormente tenham o título de domínio definitivo de suas terras, que é coletivo e inalienável.
O título coletivo da terra carrega a possibilidade de levar as políticas públicas básicas, como as desenvolvidas pelo Bolsa Família, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por exemplo, a essas comunidades.
O Incra e a titulação quilombola no Brasil
A Constituição Federal, no artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, assegura aos remanescentes das comunidades dos quilombos a propriedade definitiva das terras ocupadas, cabendo ao Estado a emissão dos títulos.
O norteamento legal dado pela Constituição foi detalhado com o Decreto 4.887, de 2003, a partir do qual o Incra ficou incumbido de realizar os procedimentos administrativos necessários à titulação dessas áreas. Antes do decreto, era o Ministério da Cultura, por meio da Fundação Cultural Palmares (FCP), o órgão responsável pela aplicação das políticas voltadas aos remanescentes de quilombo.
Porém, a Fundação encontrava dificuldade em executar plenamente sua atribuição por não possuir instrumentos que possibilitassem a desintrusão, por meio da desapropriação, da população não quilombola incidente nos territórios. A partir do decreto de 2003, o Incra ficou incumbido da identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos.
Para cuidar dos processos de titulação, o Incra criou, na sua Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária, a Coordenação Geral de Regularização de Territórios Quilombolas (DFQ) e nas superintendências regionais, os Serviços de Regularização de Territórios Quilombolas.
De 2003 a 2009 foram expedidos 59 títulos regularizando 174.471 hectares em benefício de 53 territórios e 4.133 famílias quilombolas. Atualmente, existem 851 processos em praticamente todas as superintendências do Incra. Até hoje, já foram publicados 90 editais de Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTID), o que significa a identificação de 1.327.641 hectares, em benefício de 11.656 famílias.
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fonte: Assessoria de Imprensa da Superintendência Regional do Incra da Paraíba
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Governador Maranhão recebe ativistas negros dia 18
"Estamos na expectativa de que o governador anuncie até o fim de novembro o envio dum projeto de lei para a Assembléia, criando o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial. Há um consenso entre as entidades do movimento negro no estado de que essa é uma tarefa política que já deveria ter sido superada. Agora vamos avançar para a criação de um órgão de Estado que cuide especificamente da reparação e da promoção da igualdade racial na Paraíba", diz o jornalista Dalmo Oliveira, do Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR.
Chico César de volta à escola
por Severino Lopes //severinolopes.pb@dabr.com.br
Chico César nunca esteve tão à vontade como ontem, no auditório do Colégio Elpídio de Almeida, o Estadual de Prata, em Campina Grande. Convidado para proferir uma palestra no Projeto Juventude e Cultura Afro que aconteceu durante todo o dia no Gigangão da Prata, o cantor e compositor paraibano abriu mão de ficar sentado em volta da mesa reservada aos palestrantes do evento. Mostrou porque é um artista popular.
Cantor participou de uma palestra no Projeto Juventude e Cultura Afro realizado no Gigantão Foto: Xico Morais/DB/D.A Press
O paraibano de Catolé do Rocha e que atualmente responde pelo cargo de diretor executivo da Fundação de Cultura de João Pessoa, surpreendeu a platéia quando deixou a cadeira de lado, se levantou e foi se sentar na ponta do palco, a alguns centimétros de distância dos alunos. E não ficou sozinho. Ele convidou para também ficar perto do público os dois outros palestrantes os professores Severino José Lima (Xangai) e José Pereira.
Francisco César Gonçalves - o Chico César - que comandou uma mesa redonda tema "A Influência Africana na Música Popular Brasileira", preferiu falar "olho no olho" com a platéia. Sentado no palco, o artista vestido com camisa branca, paletó marron, calça xadrez e uma sandália de couro nos pés, destacou a trajetória do negro na história da humanidade. Antes de iniciar sua fala, o cantor e compositor paraibano foi aclamado calorosamente pela platéia. Muitos estudantes não se contiveram e aproveitaram a oportunidade para tirar fotos e pedir autógrafo ao artista.
Sentindo-se bem a vontade, e sem esquecer de sua raízes culturais, Chico Cesar falou inicialmente de sua trajetória como artista. Disse que antes de se tornar um cantor famoso com músicas implacadas em várias trilhas sonoras de telenovelas, enfrentou dificuldade.
Como todo nordestino ele disse que teve que soar muito, para conquistar seu espaço no mercado e vender no mundo da música. O autor de "Aos vivos" (1995), "Cuscuz Clã" (1996), "Beleza Mano" (1997), "Mama Mundi" (2000), entre outros trabalhos, fez questão de afirmar que sua trajetória de sucesso não começou nos palcos mas nasruas de Catolé do Rocha, no solo duro da Paraíba. "Vocês podem até estranhar pois não estão acostumados a ver uma pessoa próxima que alguns viram pela televisão ou escutaram no rádio. Mas a minha história começou aqui na Paraíba em Catolé do Rocha. Ela não começa na televisão e nos palcos" observou.
Ao se ater ao tema, Chico César disse que no passado o negro foi escravizado devido a inércia dos governantes. Ele lembrou que os estudantes costumam conhecer a história dos negros apenas através dos livros de história, principamente na luta contra a escravidão. A luta do negro pela liberdade refugiando-se nos quilombos, segundo o artista é antiga. Antes mesmos de virarem escravos eram homens livres na África. Entretanto com o passar do tempo, foram largados a própria sorte. No Brasil, os governos republicanos do Brasil não olharam os negros como homens que tinham direito a liberdade em todos os aspectos.
Ainda hoje segundo ele, o negro ainda enfrenta preconceitos e luta para se libertar de uma socieade com mecanimos opressores. Resquícios do passado. "Porque é que ainda hoje, a maioria de pessoas que nós encontramos nos sinais, os pedintes, os mendigos, tem a pele escura? Por que os negros mesmo depois da abolição da escravatura foram largados a própria sorte", afirmou. As conquistas de acordo com o artista, tm acontecido de forma lenta e gradativa. Segundo Chico Césa a cultura afro ainda é um importante instrumento de libertação usada em prol de uma nação mais igualitária.
O Projeto Juventude e Cultura Afro, movimentou o Estadual da Prata. O evento marcou de forma antecipada as comemorações do dia da Consciência Negra. Durante todo o dia foram realizadas atividades culturais voltadas para o resgate da cultura afro. O evento promovido pela Escola Estadual Dr Elpídio de Almeida, teve como proposta promover projetos temáticos culturais afro-brasileiros, visando o aumento da produção cultural afro-brasileira, dentro da escola.
A Dia da África no Estadual da Prata teve apresentaçaõ de capoeira e maculelê no pátio da escola, visita as oficinas pedagógicas e mostra de arte e mostra cultural e com o debate "Perspectiva do negro no mercado de trabalho" e "Hip Hop, um grito por liberdade". ///////////////
fonte: http://www.diariodaborborema.com.br/2009/11/12/cultura1_0.php
terça-feira, 10 de novembro de 2009
SEDES divulga programação do Mês da Consciência Negra
06 a 28 de novembro – Oficinas Cecapro e CRC’s
Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira (Socorro Pimentel e Verônica Lourenço)
Estética e Cultura Afro (Clareana Mendonça)
Danças e Cultura Afro (Adélia Gomes)
06.11 - 8h - Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
Local: CECAPRO – Beira Rio
Público Alvo: Coordenadoras(res) e funcionárias(os) dos CRC’s/DIPOP/Sedes.
09.11 - Manhã – Oficina: Danças e Cultura Afro
Local: CRC Valentina
11.11 – Tarde - Oficina: Estética e Cultura Afro
Local: CRC Jardim Veneza
11.11 – Tarde - Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
Local: CRC Róger
16.11 – Manhã – Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
Local: CRC Cruz das Armas
17.11 – Manhã – Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
Local: CRC Cristo
19.11 – Tarde - Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
Local: CRC Funcionários II
19.11 – Tarde – Oficina: Estética e Cultura Afro
Local: CRC Mangabeira
25.11 – Tarde – Oficina: Estética e Cultura Afro
Local: CRC Mandacaru
26.11 – Tarde – Oficina: Estética e Cultura Afro
Local: CRC Bairro dos Ipês
27.11 – Tarde – Oficina: Danças e Cultura Afro
Local: CRC Costa e Silva
27.11 – Manhã – Oficina: Danças e Cultura Afro
Local: CRC Bancários
Oficinas Paratibe: Comunidade Quilombola
10.11 – Tarde - Oficina: Danças e Cultura Afro
12.11 – Tarde - Oficina: Estética e Cultura
13.11 – Tarde – Oficina: Identidade Negra e Cultura Afrobrasileira
18 de novembro
Horário 8h-18h: I Seminário da Rede de Comunidades Tradicionais “Mulheres de Terreiro”
Local: SINTEP – Centro
Tema: Igualdade de Direitos para as Mulheres de Terreiro
Subtemas de aprofundamento: violência de gênero, corporalidade, assédio sexual de jovens, mulheres e preconceito.
20 de novembro
Horário 8h – 18h: Seminário: “Consciência Negra” – Racismo e Políticas Públicas
Local: Instituto Federal de Educação – IFPB (Jaguaribe)
Ritual de abertura – Viva Zumbi!
Mesa de abertura (Governo Municipal e Movimento Negro Organizado)
Campanha de Promoção da Identidade Negra na Paraíba (Bamidelê)
Mesa temática: Racismo, desigualdades raciais e ações afirmativas.
Almoço
Grupos de Discussão: saúde, educação, juventude, cultura e religiosidade e trabalho.
Mesa temática: Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR, SEDES e UFPB – coord. DIPOP)
Encerramento cultural.
Atividade Cultural
22 de novembro
18h - Tambores da Paz – Mangabeira
Local: Praça do Coqueiral
Show no anfiteatro Chico César
28 de novembro
Kizomba I Festa Negra do Valentina
Grupo: Centro Cultural Capoeira Guardiões de Angola
Local: Praça do Valentina Figueiredo – vizinho a Igreja Matriz
PARCERIAS
Bamidelê – Organização de Mulheres Negras da Paraíba
Rede Comunidade Tradicionais Mulheres de Terreiro
Movimento Negro Organizado da Paraíba
Grupo de Mulheres de Terreiro IYÁLODÈ
Centro Cultural Capoiera Guardiões de Angola
Rede de Mulheres em Articulação na Paraíba/AMB
REALIZAÇÃO E APOIOS
Prefeitura Municipal de João Pessoa
Secretaria de Desenvolvimento Social
Diretoria de Organização Comunitária e Participação Popular
Assessoria de Políticas Públicas para Diversidade Humana
sábado, 7 de novembro de 2009
Terreiros exigem mais cestas básicas para adeptos de religiões afro-brasileiras [ por Dalmo Oliveira ]
O número de carros já denunciava que algo muito importante estaria ocorrendo no Ylê axé Omindewá, uma das casas de culto aos Orixás mais tradicionais da região sul da capital paraibana, fundada pela yalorixá Lúcia de Fátima Oliveira. Lá dentro num salão lotado e calorento uma platéia atenta assistia a uma espécie de cerimônia meio política, meio religiosa, cuja principal atração era um alto funcionário da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o sr. Nilo Nogueira. A mesa ainda seria composta por representações do Governo do Estado (pela Secretaria de Desenvolvimento Humano), da Prefeitura de João Pessoa e da Conab-PB.
Uma parcela significativa do movimento negro local também acorreu ao Ylê, especialmente outras lideranças religiosas locais, como Mãe Renilda, Pai Erivaldo, Mãe Chaguinha e Mãe Lúcia (Omidewin). “Vimos através desta, solicitar de vossa senhoria, a possibilidade do aumento da quantidade de cestas alimentares da Paraíba, que hoje é de 400 (quatrocentas) cestas e restrita a Grande João Pessoa, sentimos a necessidade da expansão desta distribuição para todo Estado, aumentando no mínimo em mais 700 (setecentas) cestas, devido a dificuldades de acesso do nosso povo de axé que se encontram no interior do Estado”, diz um trecho do documento entregue ao representante da Seppir.
A reunião pôs fim a uma antiga polêmica: opositores de Mãe Lúcia iniciaram uma campanha de desqualificação do trabalho pioneiro que sua Casa faz na área de segurança alimentar nos terreiros. Durante a reunião, Mãe Renilda chegou a citar que pessoas ligadas ao seu Ylê reclamaram de que durante a entrega das cestas, meses atrás, haviam sido humilhadas durante o processo de distribuição no Omidewá.
Durante o evento, no Valentina de Figueiredo, mesmo com as reclamações, todos os que pediram a palavra ressaltaram a importância do trabalho iniciado por Lúcia d’Oxúm. Para Verônica Loureiro, da Rede Nacional de Controle Social e Saúde da População Negra, “o mais importante é garantir um processo com transparência, para evitar esse tipo de denúncia”.
Independente das questões políticas, que cercaram o evento, o que fica de mais marcante é a presença das pessoas em busca do alimento, como o caso da dona Zefinha, que veio numa carroça de sua comunidade, na praia de Jacarapé, litoral sul, para receber as onze cestas que foram disponibilizadas para membros de sua família. “Às vezes de meio dia a gente já recebeu e tá voltando, mas hoje demorou mais”, conta a senhora, aparentando 60 anos.
domingo, 1 de novembro de 2009
1º Encontro da Consciência Negra da Universidade Federal de Campina Grande

Mesa-Redonda: A UFCG e as políticas de ações afirmativas: o estado da questão
Debatedores:
Vicemário Simões (Pró-Reitor de Ensino-UFCG)
Antônio Berto Machado (UAE-UFCG)
Luciano Mendonça de Lima (UAHG-UFCG)
Mediadora: Juciene Ricarte Apolinário (UAHG)
Data: 16/11/2009
Hora: 8h00
Local: Centro de Extensão José Farias da Nóbrega
Mesa-Redonda: Violência policial, racismo e direitos humanos: um debate necessário
Debatedores:
Marcos Marcone (Coronel da Polícia Militar-PB)
Jair Silva (Movimento Negro-CG)
Maurino Medeiros (UACS-UFCG)
Mediador: Luciano Mendonça de Lima (UAHG-UFCG)
Data: 16/11/2009
Hora: 14h00
Local: Centro de Extensão José Farias da Nóbrega
Promoção: Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro da Universidade Federal de Campina Grande e Movimento Negro de Campina Grande